quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A Valsa das Borboletas


O artigo A Valsa das Borboletas foi publicado na seção Palavra 49, da edição on line do Jornal Le Monde diplomatique. A indicação do texto eu deixo por conta do editor Rodrigo Gurgel, que o apresentou da seguinte forma:
 “Luís Fernando Prado Telles analisa De profundis, valsa lenta, do escritor português José Cardoso Pires, e O escafandro e a borboleta, do jornalista francês Jean-Dominique Bauby, obras que enfocam o limbo da doença, essa impertinente manifestação dos nossos limites, lembrança incômoda - e às vezes destrutiva - do quanto estamos acorrentados à natureza. Como afirma Alexandre Dumas, citado por Prado Telles, poucos de nós não se transformarão em "um cadáver de olhar vivo". Mas qual a linguagem escolhida por escritores para falar das próprias doenças? E, diante desses dois livros tão antagônicos, ainda que unidos pelo mesmo tema, a linguagem não se tornaria definitivamente aquilo que suspeitamos: apenas uma sombra, apenas um sintoma?” (Texto publicado em 05/12/2008)

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